— Eu tenho gostado do trabalho dele (Franclim), não só porque estou jogando, tendo ser imparcial com isso. Ele é um cara bem inteligente, mastiga bastante as informações para passar para a gente. Taticamente é um estilo de jogo que ajuda muito, ele dá instruções para ter mais jogadores mais perto de mim. A gente joga com dois atacantes, mas, quando não joga com dois atacantes, ele pede para ter mais gente perto de mim, gente pisando na área, e isso ajuda muito. Quando jogo sozinho é difícil. Na área você fica contra dois, três, e fica difícil. Ele pede muito para pisar na área os pontas e os meias. A gente joga com dois atacantes, o que divide a responsabilidade, dificulta para os defensores. Eu gosto muito de jogar assim, com jogadores mais perto.
Arthur Cabral avalia volta por cima no Botafogo e cita importância de lado psicológico: “A gente subestima muito”
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