Este ciclo de Copa começou com você ainda no Betis e, depois disso, muita coisa aconteceu. Você vai para o Botafogo, conquista Libertadores e Brasileirão, chega à Seleção, vai à Rússia… Quando olha para trás, como avalia tudo isso?
– Foi um ciclo que foi muito rápido para mim. Fui para o Betis ganhar experiência, conhecer a Europa, isso foi importante para mim. Quando eu voltei para o Brasil, eu voltei já mais maduro, mais resiliente também, sabendo que no Brasil também não seria fácil, porque sabemos que no Brasil o campeonato é muito rápido, não tem tempo para descansar. Mas essa minha experiência na Europa foi muito boa para que eu pudesse chegar no Brasil mais experiente. E depois foi minha chegada na Seleção, que eu sempre desejava na minha vida e na minha carreira. Não só eu, mas creio que todos os jogadores querem defender o seu país. Quando eu cheguei ali, fiquei muito contente pela oportunidade, era o Dorival Júnior (o técnico), ele me deu a oportunidade e eu pude agarrar. Depois, com Carlo Ancelotti, eu fui dando seguimento nos meus trabalhos que eu já estava fazendo com Dorival Júnior, isso foi muito importante para mim, para que eu pudesse me manter bem ali quando o Ancelotti chegou. Continuei na mesma perspectiva, na mesma intensidade.
Luiz Henrique mentaliza todos os dias que decidirá final da Copa
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