InícioentretenimentoReviravolta: Isis Valverde deu casa para ex-funcionária que a processou, diz defesa

Reviravolta: Isis Valverde deu casa para ex-funcionária que a processou, diz defesa

O caso envolvendo a atriz Isis Valverde e sua antiga cozinheira ganhou um novo e polêmico capítulo. O advogado da artista decidiu quebrar o silêncio e rebateu duramente as acusações de exploração trabalhista. Segundo a defesa, a ex-funcionária tentou usar o processo judicial como uma espécie de “aposta na loteria” para conseguir uma indenização milionária na casa dos R$ 400 mil.

Acusações de mentira e rotina de viagens

Primeiramente, o representante legal negou com veemência as alegações sobre a rotina exaustiva de trabalho. A cozinheira afirmava na Justiça que cumpria jornadas diárias de 12 horas, com apenas 20 minutos de descanso. No entanto, o advogado classificou essa versão como “completamente mentirosa“.

Além disso, ele argumentou que a acusação não tem lógica prática. Afinal, a atriz passa grande parte da sua vida fora da residência oficial. Por causa dos seus compromissos profissionais e familiares, Isis Valverde costuma morar temporariamente em outras cidades e viaja com frequência para fora do Rio de Janeiro. Por isso, a defesa garante que a alegação das 12 horas de trabalho contínuo “não para em pé”.

Presentes, casa e relação amigável

Em seguida, o advogado fez questão de destacar o tratamento que a atriz dispensava à equipe. Ele declarou que a profissional sempre recebeu educação, carinho e respeito aos seus direitos previstos na Lei Trabalhista. Igualmente, a defesa provou que não existia qualquer tipo de acúmulo de funções durante o período de contratação.

Por fim, o representante revelou informações inéditas sobre os bastidores dessa relação. Ele expôs que, durante os anos de serviço prestado, a ex-cozinheira recebeu presentes de alto valor da atriz. A funcionária ganhou um curso e até mesmo uma casa de Isis. Consequentemente, o advogado reforçou que os ataques contra a artista partem de premissas falsas e não colaram perante a Justiça.


  • Estagiário sob supervisão de Clayton Matos

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