— Quando cheguei ao Uzbequistão, comecei a fazer um trabalho assim. Acredito que temos muita qualidade para uma equipe asiática, e claro, temos que crescer. Sempre digo a eles para estarem “dentro” do jogo (mentalmente). Às vezes não é fácil jogar contra uma equipe como a Colômbia, como Portugal. É claro, depois de dez minutos você começa a perder as distâncias, a cabeça, porque tem que correr sozinho. Quando tem a bola, não está lúcido para jogar. Acredito que hoje a equipe entendeu quando tinha que sofrer, quando tinha que gerenciar a bola, quando tinha que ir de um lado ao outro. O segundo tempo foi muito, muito bom. Mas neste nível, quando você falha, você paga muito. Essa é a pena.
Uzbequistão na Copa do Mundo: Cannavaro avalia estreia histórica
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