— Nascer no Haiti não foi fácil. Desde pequeno, jogando futebol, eu não tinha todas as coisas de que precisava. Eu não tinha chuteiras, não tinha bolas, eu tinha que improvisar, tinha que fazer minha própria bola. Eu jogava nas ruas, cacos de vidro entravam na minha perna, chutava pedras e tudo mais. Eu tive a oportunidade de ir para os Estados Unidos e pude mostrar do que sou capaz, mas muitas crianças no Haiti não têm essa oportunidade. A minha fundação existe para ajudar, não apenas dando visibilidade a essas crianças, mas também educando elas, tanto no futebol quanto na escola, porque a maioria dessas crianças não tem condições de frequentar a escola — explicou Frantzdy.
Atacante explica admiração do povo do Haiti pela seleção brasileira
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