Na segunda negociação, na qualidade de Vice-Presidente Jurídico, ressaltei a necessidade de o clube ter um representante no Conselho de Administração e no Conselho Fiscal da nova SAF. O investidor não queria. Fiz essa ponderação porque entendo que o acionista minoritário – no caso, o clube – deveria ter uma mínima representatividade nesses órgãos de governança. Evidentemente, o investidor teria a maioria absoluta das indicações para ambos os conselhos, mas o clube, na condição de acionista minoritário, deveria estar representado institucionalmente para exercer, de alguma forma, os poucos direitos que lhe caberiam dentro desses conselhos.
Vasco SAF: Ex-vice Felipe Carregal revela bastidores de negociação
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