IníciopolicialLutador acusado de matar mulher trans é julgado no Pará

Lutador acusado de matar mulher trans é julgado no Pará

Pará O julgamento do lutador de MMA Igor Roger Barreira, acusado de matar a mulher trans e influenciadora digital Paola Brattcho, ocorre nesta sexta-feira (26), no Fórum Criminal de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém. A sessão acontece mais de um ano após o crime, registrado em março de 2025, em um motel localizado no bairro de Águas Lindas.

Neste momento vários amigos e familiares da vítima acompanham o julgamento na porta do fórum vindo blusas e levantando faixas de protesto pela morte de Paola e exigindo justiça. Homens e mulheres trans vestem camisas brancas com os dizeres “Parem de nos matar”.

Detalhes da investigação e acusação

De acordo com as informações reunidas pela Polícia Civil, Paola foi encontrada morta dentro de um dos quartos do estabelecimento. A investigação apontou que a influenciadora foi vítima de golpes de faca e atribuiu a Igor Roger Barreira a responsabilidade pelo crime, levando o caso à Justiça.

O histórico começou com a localização do corpo no motel e o acionamento das autoridades. A partir daí, a Polícia Civil abriu investigação para esclarecer as circunstâncias da morte, identificar o responsável e reunir os elementos que embasaram a acusação contra o lutador de MMA.

O julgamento e a busca por justiça

Com o avanço do inquérito e da ação penal, Igor passou à condição de réu. O julgamento desta sexta-feira representa a etapa em que acusação e defesa apresentam suas versões, contestam provas e sustentam os argumentos que serão analisados pela Justiça.

Entre os pontos centrais estão a dinâmica do crime, a participação atribuída ao acusado e os elementos recolhidos durante a investigação. A decisão deverá estabelecer se existem provas suficientes para condenar Igor Roger Barreira pela morte de Paola Brattcho ou se o réu será absolvido.

Até o encerramento do julgamento, Igor deve ser tratado como acusado, em respeito ao princípio da presunção de inocência. O desfecho do processo dará uma resposta judicial para um caso iniciado em março de 2025 e que chega nesta sexta-feira ao Fórum Criminal de Ananindeua.

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