– Houve um pedido para reduzir as conversas. Também tenho formas de explicar, porque sempre optei fazer determinada quantidade de reuniões. Eles preferiam que o tempo se reduzisse, e eu também aceitei. Muito brevemente é porque, par aquilo tudo seja explicado, e para que nada seja mal interpretado, depois da partida contra os Estados Unidos, quando mantive conversas com vários grupos de jogadores, conversas em que participou o representante dos jogadores, que é Matias Perez. Eles falaram dessas coisas: redução das reuniões e treinar todos juntos. Assumi o compromisso de considerar, e de fato considerei. Chegou um momento que não foi suficiente. Eles pediram, e eu aceitei. As conversas eram sobre os rivais, conversas coletivas, onde se explicava o treinamento. Fazia para reduzir o tempo em campo. Explicar o treino antes para estar menos tempo em campo. Eles me pediram isso, para não fracionar tanto. Também havia exercícios que prefiro não fazer. Em vez de fazer, vemos o exercício e vemos como acontece. Conversas de jogos anteriores. Foram coisas que eles queriam reduzir, e assim aconteceu. Pensei que sempre corrigir erros e ressaltar virtudes, eram convenites. Conversas particulares com jogadores e duas com a Fifa, sobre arbitragem, e uma motivacional, que foi ideia do preparador físico. As conversas nunca eram maiores que 10 minutos. Eram 10 minutos de vídeo.
Bielsa revela que jogadores do Uruguai pediram mudanças em reunião
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