
Ao TSE, Paes pede 2º turno e que não aceite desistência de Garotinho
TSE analisará se votos de Garotinho, mantidos após sua desistência eleitoral, contarão para o segundo turno, reavaliando regras de elegibilidade e validade do pleito.
36 notícias encontradas para #Janeiro — Página 1 de 3

TSE analisará se votos de Garotinho, mantidos após sua desistência eleitoral, contarão para o segundo turno, reavaliando regras de elegibilidade e validade do pleito.

Paes pede ao TSE que mantenha 287.931 votos válidos de Garotinho, impedido por improbidade, para definir o segundo turno eleitoral.

A coligação de Paes denuncia manobra de Garotinho para excluir seus 274.411 votos e beneficiar Ruas no cálculo da maioria absoluta.

O Flamengo contesta o MP do Rio na escolha do Maracanã para a semifinal Vasco-Boca, exigindo que a concessionária ofereça o estádio em 48 horas para garantir segurança e viabilidade técnica.

Flávio Bolsonaro pressiona o STF com diálogo seletivo, evitando Moraes e Dino, em movimento que evidencia tensão entre negociação tática e postura confrontadora.

Flávio dobra investimento em anúncios e gera 7,19% de engajamento, superando Lula em alcance decisivo para o primeiro turno.

Mais de 204 mil eleitores anularam votos para governador ao escolherem o número 13, registrando o segundo maior protesto simbólico contra a representatividade partidária no Rio de Janeiro.

O compromisso de R$ 10 bilhões na modernização da rede elétrica da Light busca garantir segurança energética contra calor extremo e tempestades até 2030, após a renovação da concessão por 30 anos.

A desistência de Garotinho no TSE pode revalidar 274.411 votos anulados, potencialmente declarando Douglas Ruas vencedor no primeiro turno do Rio de Janeiro.

A aliança padre-filho no comando do Executivo, comprovada pela adesão de aliados, reforça a continuidade das políticas familiares sem obstáculos internos.

A juíza determinou perícia contábil em 60 dias para apurar royalties e compensações devidas a Leonardo, com impacto potencial de R$ 60 milhões na fazenda do artista.

A geografia eleitoral no Rio evidencia polarização inversa, com Flávio Bolsonaro liderando bairros pobres e Lula concentrando votos nas zonas de maior renda, refletindo divisões socioeconômicas estruturais.