
Pará une forças para coibir assédio eleitoral nas eleições 2026
Quatro órgãos firmaram parceria de 24 meses para reduzir assédio eleitoral no Pará, onde denúncias subiram 1.439% desde 2018.
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Quatro órgãos firmaram parceria de 24 meses para reduzir assédio eleitoral no Pará, onde denúncias subiram 1.439% desde 2018.

A desistência de Zema do debate evidencia a fragilidade da estratégia eleitoral que dependia da presença confirmada de Lula como condição essencial para a participação.

A Justiça Eleitoral investiga indícios de R$ 12 milhões em vantagens econômicas indevidas da Equatorial ao candidato, com possível cassação por abuso de poder político.

Tassio Renam, candidato ao número 4444, assume a candidatura para substituir Pablo Marçal inelegível, consolidando transferência de influência estratégica e patrimônio de R$ 26,2 milhões em bens declarados ao TSE.

A desistência de Zema deixa apenas três candidatos confirmados no debate, evidenciando fragilidade na coordenação entre partidos e mídia diante da ausência de Lula e Bolsonaro.

Com apenas 3% nas intenções de voto, Zema desiste do debate ao constatar a ausência técnica e simbólica dos principais adversários, Lula e Flávio.

A campanha de Nikolas Ferreira arrecadou R$ 53.900 em vaquinha, evidenciando estratégias de financiamento direto em contraste com seu patrimônio multiplicado por 100 vezes.

Moro reconheceu R$ 200 mil em doações de sócios da Rejaile, ultrapassando o teto legal de 10% para contribuições físicas na campanha paranaense.

A mídia transforma magistrados em protagonistas televisivos, desconstruindo o monopólio institucional da Justiça e personalizando o poder político.

O MPE confirma que o chapéu em imagem oficial de Lula atende integralmente aos critérios do TSE, garantindo seu registro de candidatura sem violação das normas eleitorais vigentes.

A candidatura de Marçal à Presidência 2026 depende da decisão do TSE até 14 de setembro sobre a segurança jurídica de sua elegibilidade, sob ameaça de desistência.

A Band realiza o primeiro debate presidencial de 2026 com quatro candidatos, excluindo Lula e Bolsonaro, mas enfrenta limitações de alcance e tensão estratégica.