
Direita do Senado pressiona STF com agenda judicial urgente
A estratégia do PL de direcionar a reforma judicial ao STF como eixo eleitoral evidencia a pressão crescente para redefinir o equilíbrio entre Poderes.
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A estratégia do PL de direcionar a reforma judicial ao STF como eixo eleitoral evidencia a pressão crescente para redefinir o equilíbrio entre Poderes.

Michelle Bolsonaro, com 932.875 votos, supera Flávio Bolsonaro por 28.645 votos na eleição para o Senado do Distrito Federal.

A posse de Nicoletti e Surita no Senado, garantindo representação regional até 2031, reforça a continuidade política e a expectativa de renovação nas agendas locais e nacionais.

A primeira bancada 100% feminina do DF no Senado, com Damares Alves, Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, consolida recorde histórico de votação feminina com 932.875 e 881.413 votos em 2027.

Michelle Bolsonaro assegura a primeira vaga do Distrito Federal no Senado com 880.580 votos, superando Bia Kicis e garantindo representação feminina exclusiva a partir de 2027.

Carol de Toni e Carlos Bolsonaro consolidam a hegemonia do PL em Santa Catarina ao vencerem as duas cadeiras do Senado com 488.595 votos, superando adversários como Expectidião Amin e Décio Lima.

Máximo e Scheid consolidam o domínio do PL em Rondônia ao vencerem o Senado com 58,46% dos votos, assegurando representação para saúde e agronegócio a partir de 2027.

Deltan Dallagnol, figura central da Lava Jato, toma posse no Senado após a anulação da cassação de sua candidatura por decisão do presidente do TSE, garantindo segurança jurídica ao processo eleitoral.

Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, com 58,7% dos votos, tornam-se as primeiras mulheres filiadas ao PL eleitas senadoras pelo Distrito Federal, consolidando representação feminina no Legislativo.

Salles desistiu da candidatura ao Senado para evitar eleger Marina e Simone, apoiadas por Lula, priorizando Derrite e Prado em acordo tácito com Tarcísio.

A posse das senadoras eleitas fortalece a base do PL no Senado, garantindo representação até 2035 com dois mandatos municipais e um total de três cadeiras regionais.

Com 13,92% das urnas apuradas em MG, Sávio lidera com 24,03% contra Marília Campos (20,62%), mantendo vantagem técnica de 3,41 pontos percentuais.