
TSE pede à Justiça Eleitoral esclarecer origem de conteúdos idênticos em canal de Janones
TSE solicita esclarecimentos sobre origem de mensagens idênticas no canal 'Exército do Lula', suspenso e restabelecido após análise urgente do plenário.
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TSE solicita esclarecimentos sobre origem de mensagens idênticas no canal 'Exército do Lula', suspenso e restabelecido após análise urgente do plenário.

A eleição de 25 de outubro promete um segundo turno extremamente apertado, com Flávio Bolsonaro à frente por 0,1 ponto percentual em simulação do AtlasIntel, enquanto memes e IA intensificam a polarização.

Mais de 4 milhões de eleitores mobilizados via WhatsApp em grupos estratégicos geram tensão jurídica por uso político em plena campanha eleitoral.

O retorno do Exército do Lula, com 3,4 milhões de seguidores, é temporário, dependendo da análise final em plenário no TSE.

156 manifestações em 76 cidades confirmam apoio maciço e organizado à reeleição de Lula, com mobilização popular superando registros formais segundo analistas.

A denúncia formaliza uma ofensiva jurídica que pressiona a Justiça Eleitoral a investigar a possível parcialidade da Polícia Federal durante o pleito eleitoral de 2022.

O TSE reativa provisoriamente o canal 'Exército do Lula' no WhatsApp, suspendendo decisão que visava sua retirada até análise do plenário.

A suspensão do canal de 3,3 milhões de seguidores do ex-deputado Flávio Bolsonaro, por decisão do TSE, acirra o debate sobre propaganda eleitoral digital e transparência nas eleições.

TSE paralisa impulsionamento de peça contra Flávio Bolsonaro por ordem de Mendonça, suspendendo ativação remunerada do conteúdo em análise com possível multa.

Tarcísio de Freitas condenou veemente a campanha de Lula como historicamente mentirosa, reforçando seu modelo de pacificação política por meio de parcerias público-privadas em contexto de grave suspeita de irregularidades eleitorais.

Lula repudia suspensão do canal de 3,3 milhões de seguidores do TSE por suposta desinformação eleitoral coordenada durante o segundo turno.

Fafá de Belém e o prefeito Luís Almir respondem por crime eleitoral ao usar R$ 850 mil do orçamento municipal do Teatro da Paz em campanha pró-Lula, violando a Lei 9.504/97.