
Justiça de Goiás revoga medida protetiva após cinco dias de cativeiro
A medida protetiva, revogada após cinco dias de cativeiro acorrentado e desumano, revela urgência na proteção jurídica efetiva contra violências domésticas em Goiás.
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A medida protetiva, revogada após cinco dias de cativeiro acorrentado e desumano, revela urgência na proteção jurídica efetiva contra violências domésticas em Goiás.

O MP-GO formaliza como crime hediondo a manutenção de 5 dias de cativeiro com violência sexual, amordaçamento e ameaça armada contra Emiliane Tamara Nunes Carvalho.

Ailton CAC negou ameaça armada ao manter a ex-esposa acorrentada por cinco dias, sendo preso em flagrante sem violência física comprovada.

A Justiça converteu a prisão em preventiva, após cinco dias de cárcere privado com violência, restrição à liberdade e ameaças à vítima em Águas Lindas.

Após quatro dias de cárcere privado, vítima foi resgatada em Águas Lindas de Goiás, enquanto suspeito enfrenta charges por sequestro, estupro e violação de liberdade.

A Justiça de Goiás converteu a prisão preventiva de Ailton Rodrigues de Souza em medida cautelar para proteger a vítima e preservar a ordem pública após cinco dias de cárcere privado em Águas Lindas.

A jovem resgatada após cinco dias de cativeiro em Águas Lindas, mantida com drogas e ameaças, revelou histórico de violência doméstica do ex-parceiro, agora autuado por sequestro e porte ilegal de arma, com pena potencial de 30 anos.

Após cinco dias de cativeiro, a jovem resgatada exige justiça contra ex-parceiro que enfrenta prisão preventiva por lesões graves.

Ailton Rodrigues de Souza foi preso em flagrante após manter a ex-esposa acorrentada e amordaçada por cinco dias em cativeiro, com pena máxima de 30 anos de reclusão.

PMGO encerrou cinco dias de cativeiro, resgatando mulher amordaçada e amarrada, após apreender suspeito com arma e sedativos em Águas Lindas de Goiás.