O autor recorda sua infância em Teresina e as lições do professor Dídimo Castelo Branco, especialmente sobre a natureza incerta da História e a influência de pequenos detalhes em grandes decisões.
A matéria cita exemplos históricos, como a instauração da República na França em 1871, influenciada por questões simbólicas e votos apertados, e discute a 'roleta americana' da vice-presidência nos Estados Unidos.
No contexto brasileiro, o texto aponta que a escolha do novo presidente raramente partiu do antecessor, citando casos de Floriano Peixoto, Prudente de Moraes e Washington Luís.
Por fim, o autor relata uma experiência pessoal em março de 1930, quando participou da elaboração de uma ata falsa para a eleição de Júlio Prestes.
