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Economia

DIs sobem ante dólar forte e petróleo acima de cem dólares

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 51 min
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DIs sobem ante dólar forte e petróleo acima de cem dólares
Fatos Rápidos da Notícia
  • A taxa do DI para janeiro de 2028 fechou em 13,565%, com alta de 1 ponto-base em relação ao ajuste de 13,552% da sessão anterior.
  • A taxa do DI para janeiro de 2035 atingiu máxima intradia de 14,130%, representando elevação de 15 pontos-base às 15h09.
  • O confronto político entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pelo Planalto segue como foco das atenções no Brasil.
Resumo Editorial

As taxas dos DI subiram devido ao dólar forte e petróleo acima de cem dólares, com o de 2035 atingindo 14,11% e o de 2028,13,565%, refletindo tensão macroeconômica e incerteza política.

Na sessão de quinta-feira (1º), as taxas dos Depósitos Interfinanceiros (DIs) fecharam com alta, impulsionadas pelo fortalecimento do dólar, pela valorização do petróleo e pelo recuo dos rendimentos dos títulos norte-americanos, mesmo ainda em patamares elevados; o DI de janeiro de 2028 registrou 13,565%, enquanto o de janeiro de 2035 atingiu 14,11% no fechamento da curva, ambos refletindo o movimento de volatilidade no cenário macroeconômico brasileiro e internacional.

Contexto Institucional e Movimentação das Taxas de Juros

O s agentes de mercado acompanharam com atenção a combinação de fatores externos — valorização do dólar, alta do petróleo Brent acima de US$ 100 por barril e retrocessão dos Treasuries — que orientou a formação das taxas domésticas, com o DI de janeiro de 2028 registrando 13,565%, acima do ajuste anterior de 13,552% em um ponto-base; já o DI de referência de longo prazo, para janeiro de 2035, alcançou 14,11%, com elevação de 13 pontos-base em relação ao fechamento anterior, indicando tensão persistente nos juros de longo prazo.

A volatilidade observada no dia foi reflexo da confluência entre expectativas de política monetária global e tensões políticas internas, já que o confronto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre a sucessão presidencial mantém o país em estado de atenção constante.

Ponto de Destaque

A taxa do DI para janeiro de 2035 atingiu máxima intradia de 14,130% no fim da sessão, representando elevação crítica à curva de juros.

Repercussão Política e Implicações para a Política Econômica

A disputa pelo Planalto entre Lula e Flávio Bolsonaro se intensificou nas últimas semanas, com os dois lados buscando consolidar apoio para o segundo turno; enquanto Lula prevê entrevista a um podcast às 19h, Flávio deve participar do debate televisivo promovido pela TV no mesmo horário, conforme anunciado pela emissora.

O mercado financeiro permanece sensível a esse embate político, já que qualquer desdobramento institucional pode repercutir diretamente nas expectativas de política monetária e nos rumos da economia nacional.

Atenção / Ponto Crítico
O confronto político entre os dois principais candidatos pelo segundo turno pode desencadear ajustes abruptos nas taxas de juros em resposta a movimentos institucionais ou decisões judiciais sobre elegibilidade.

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