O número de vítimas fatais no ataque terrorista ocorrido no sábado, 10 de outubro, contra o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, capital da Arábia Saudita, ascendeu para 13, enquanto mais de 300 pessoas ficaram feridas, incluindo cidadãos indianos; o incidente, reivindicado pelo grupo armado Houthis do Iêmen, reacendeu tensões em uma região já marcada por confrontos prolongados entre rebeldes iemenitas e a coalizão militar liderada pela Arábia Saudita.
Contexto Institucional e O peracional do Ataque
A apuração realizada por autoridades sauditas e confirmada pela embaixada da Índia em Riade revelou que o ataque, perpetrado por combatentes vinculados aos Houthis, resultou em 13 óbitos e mais de 300 feridos, entre os quais um cidadão indiano que veio a falecer no hospital no dia 11 de outubro; o local do ocorrido foi alvo de uma operação coordenada que envolveu explosivos e tiros de armas automáticas, conforme laudos preliminares divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino.
O s Houthis, que controlam porções significativas do território iemenita desde 2011 e têm histórico de ataques a infraestruturas estratégicas na Arábia Saudita, mantêm uma postura de retaliação ativa contra o país vizinho, motivada pela participação saudita na guerra civil iemenita desde 2015, quando uma coalizão militar liderada por Riade iniciou operações para conter o avanço do grupo.
O número de mortos no ataque ao Aeroporto Internacional Rei Khalid subiu para 13, com mais de 300 feridos registrados em Riade.
Repercussão Diplomática e Consequências Jurídicas
A embaixada da Índia em Riade comunicou formalmente que um cidadão indiano morreu no hospital após o ataque e que três outros permanecem em unidade de terapia intensiva (UTI), enquanto dois estão internados em enfermarias comuns, destacando a necessidade de apoio consular e assistência médica coordenada com as autoridades sauditas.
A O rganização das Nações Unidas (O NU) reiterou seu compromisso com a mediação de cesses-fogo no Iêmen e condenou qualquer ação que viole o direito internacional humanitário, enquanto o governo dos Estados Unidos, através da declaração do ex-presidente Trump, classificou o ataque como 'inaceitável' e reforçou o compromisso com a segurança dos aliados regionais.



