No dia 2 de outubro de 2026, véspera do primeiro turno das eleições presidenciais, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou quadro de taquicardia e dispneia, caracterizado por batimentos cardíacos acelerados e sensação de falta de ar, conforme boletim médico submetido ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 9 de outubro. O registro clínico, assinado pelo médico Brasil Ramos Caiado, confirmou episódio de curta duração com melhora espontânea, mantendo estabilidade hemodinâmica e cardiorrespiratória, embora persistam efeitos secundários das medicações de ação central e sonolência diurna.
Contexto Médico e Decisão Judicial
Bolsonaro manteve estabilidade hemodinâmica e cardiorrespiratória sem recorrência dos sintomas cardíacos após o episódio de taquicardia e dispneia em 2 de outubro.



