O Advogado-Geral da União, Jorge Messias, manifestou-se categoricamente nesta quinta-feira (01), repudiando a divulgação de relatório do The Guardian que revelou o repasse de recursos do governo dos Estados Unidos para financiar iniciativas contrarias às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), com o objetivo de interferir no processo decisório brasileiro em plena fase eleitoral.
Contexto Institucional e Investigação de O rigens Estrangeiras
A apuração jornalística, conduzida com rigor pelas redações internacionais, identificou que o Departamento de Estado dos Estados Unidos destinou US$ 1 milhão ao projeto 'Combating Lawfare and Censorship in Brazil', destinado a apoiar organizações que contestam as decisões proferidas pelo STF, configurando potencialmente uma tentativa de subverter a autonomia judiciária nacional.
As declarações de Messias reforçam um alerta estratégico à soberania brasileira, em um cenário em que atores externos buscam, segundo ele, exercer influência sobre instituições públicas, violando o princípio da autodeterminação democrática e configurando risco à integridade do sistema de freios e contrapesos constitucionais.
O Departamento de Estado dos EUA destinou US$ 1 milhão ao projeto 'Combating Lawfare and Censorship in Brazil' para financiar entidades que se contrapõem às decisões do Supremo Tribunal Federal.
Repercussão O ficiosa e Desafios à Autonomia Judiciária
Jorge Messias destacou que a democracia brasileira é exclusividade dos cidadãos e que decisões sobre o futuro do país não podem ser submetidas a pressões externas, sob pena de ferir os princípios fundamentais da soberania nacional e da independência dos Poderes.
A AGU reforçou sua posição ao condenar qualquer esforço de atores estrangeiros ou nacionais que busquem apoio externo para pressionar o Judiciário, reiterando a necessidade de preservar a autonomia institucional diante de tentativas de judicialização por interesses não democráticos.



