Durante sessão de treino da Fórmula 2 realizada no Circuito de Madri, na Espanha, o carro do tailandês Tasanapol Inthraphuvasak, da equipe ART GP, incendiou-se após colisão contra o muro principal da pista, provocando interrupção imediata das atividades e a exibição da bandeira vermelha.
Contexto Institucional e Histórico do Circuito de Madri
O Circuito de Madri, inaugurado em 2026 com o propósito de integrar o automobilismo de elite à programação espanhola, tornou-se palco de incidente durante a sexta-feira (11/9), quando a colisão do piloto tailandês com o muro central desencadeou chamas no veículo número 7, pertencente à ART GP. Apesar da intensidade da batida, os médicos confirmaram que Inthraphuvasak encontrava-se fora do cockpit sem ferimentos, sendo retirado com segurança após o acionamento da bandeira vermelha para remoção do carro e dos detritos da pista.
As investigações iniciais apontam para possível falha mecânica ou erro humano na trajetória, em um circuito conhecido por exigir precisão extrema em curvas de alta velocidade e com barreiras extremamente próximas ao trajeto competitivo.
O incêndio no carro do piloto tailandês Tasanapol Inthraphuvasak, da ART GP, ocorreu após forte impacto contra o muro do Circuito de Madri em 11 de setembro.
Repercussão Técnica e Regulatória das Condições da Pista
A Federação Internacional do Automóvel (FIA) acionou protocolos de segurança rigorosos ao determinar a suspensão imediata dos treinos, enquanto a Direção de Corrida emitiu comunicado destacando que as chamas foram controladas com eficácia pelos brigadistas do circuito.
Especialistas apontam que o aumento das proximidades entre muro e trajeto, aliado à exigência de manobras em alta velocidade durante os treinos da Fórmula 3 em agosto — quando 19 bandeiras vermelhas foram acionadas em dois dias — evidencia risco estrutural que exige revisão técnica urgente pela organização espanhola.



