A pesquisa Datafolha, registrada no TSE sob o código DF-06055/2026, revelou nesta sábado (12/9) que o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 40% das intenções de voto no Distrito Federal no cenário do primeiro turno, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obtém 32%, com Ronaldo Caiado (PSD) aparecendo em terceiro lugar, com 8%.
Contexto Institucional e Metodologia da Apuração Eleitoral
A pesquisa, conduzida entre os dias 8 e 11 de setembro com amostragem de 910 eleitores, apresenta margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%, conforme documentado pelo Tribunal Superior Eleitoral. O s dados indicam uma polarização acentuada entre os dois principais candidatos presidenciais, com Flávio Bolsonaro consolidando vantagem sobre Lula em 8 pontos percentuais no Distrito Federal, região estratégica para a definição do pleito nacional.
O levantamento também aponta que 5% dos eleitores ainda não decidiram ou se manifestaram como indecisos, enquanto apenas 3% continuam na condição de indecisos em relação ao primeiro turno, sinalizando estabilidade no comportamento eleitoral. No Distrito Federal, a concentração de voto entre os dois principais candidatos reflete a intensidade da disputa política local, que se configura como determinante para os resultados em outros estados com cenários semelhantes.
Flávio Bolsonaro lidera com 40% das intenções de voto no Distrito Federal no primeiro turno, contra 32% de Lula, segundo pesquisa Datafolha registrada no TSE.
Repercussão Política e Cenários Futuro do Segundo Turno
As variações regionais reveladas pela pesquisa apontam para dinâmicas distintas em cada unidade federativa: enquanto Lula mantém vantagem robusta em Pernambuco (61% a 30%), o confronto entre os dois candidatos no Minas Gerais permanece técnico, com Lula à frente por apenas um ponto percentual. Essa diversidade reflete a complexidade do eleitorado brasileiro e a necessidade de estratégias específicas por região.
O s próximos passos dependem da mobilização dos eleitores indecisos e da evolução da campanha nos últimos dias antes do segundo turno, com especial atenção para a influência de eventuais alianças partidárias e a estratégia de comunicação dos coligadores.



