No dia 25 de fevereiro, o Ministério Público da Bahia formalizou denúncia contra sete militares do Batalhão de Policiamento Turístico (Bpatamo) por agredir três homens, entre os quais dois policiais militares em folga, durante o Carnaval de Salvador no dia 14 de fevereiro de 2026, no circuito Dodô (Barra-O ndina), após desentendimento entre foliões.
Apuração e Documentação da Denúncia
A investigação, coordenada pelo MPBA sob supervisão de Thiago Félix, reuniu evidências robustas, incluindo registros médicos que atestam lesões como fratura mandibular, torção do braço e constrangimento ilegal, além de fotografias, imagens de câmeras de segurança e gravações de vídeo que comprovam os atos violentos ocorridos no âmbito do circuito turístico da cidade.
O s agentes denunciados responderam por atos que configuram lesão corporal grave, uso excessivo da força e violação ao dever funcional, com apuração que revelou padrões de conduta reiterada por parte do grupo no contexto das festividades carnavalescas.
Sete militares foram formalmente acusados por agressões que geraram fratura mandibular e lesões físicas graves durante o Carnaval de Salvador em 2026.
Repercussão e Desdobramentos Jurídicos
As declarações do MPBA destacam a gravidade dos fatos, reforçando que a atuação policial deve obedecer aos princípios da legalidade e proporcionalidade, mesmo em ambientes festivos como o Carnaval.
A defesa dos militares ainda não se manifestou publicamente; o caso segue sob investigação para eventual aplicação de sanções disciplinares e criminais previstas no Regimento Interno do Exército Brasileiro.



