A internação da menina Maria Guilhermina, de quatro anos, filha de Leticia e Juliano Cazarré, no Centro de Terapia Intensiva (CTI) da unidade hospitalar, acendeu novamente o debate sobre os limites e a realidade dos cuidados intensivos pediátricos, evidenciando que a permanência em uma unidade de alta complexidade não corresponde, necessariamente, a um quadro prognóstico reservado.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
A criança permanece estável no CTI, mas exige suporte médico contínuo devido à Anomalia de Ebstein, uma cardiopatia congênita rara diagnosticada há anos.



