O BRB negocia com investidores árabes para complementar um empréstimo de R$ 6,6 bilhões que está sendo discutido com o FGC (Fundo Garantidor de Créditos). A operação visa superar a crise gerada por operações financeiras fraudulentas firmadas com o Banco Master.
Entre as possibilidades avaliadas pelo banco regional, os investidores árabes podem conceder um empréstimo para capitalizar a instituição ou comprar ações e se tornar acionistas não majoritários. O governo do Distrito Federal, acionista majoritário do BRB, segue nas negociações com o FGC.
O empréstimo com o FGC prevê a garantia de um sindicato de bancos públicos e privados, utilizando o FPE (Fundo de Participação dos Estados) e o FPM (Fundo de Participação dos Municípios) como contragarantia em caso de calote do governo local. Para viabilizar a operação, o governo federal se comprometeu a flexibilizar regras do PAF do Distrito Federal, sem transferir recursos federais nem garantir a União.
