A pesquisa registrada sob o número PA-00206/2026, realizada entre 3 e 7 de setembro com 1.600 eleitores do Pará, aponta a governadora Hana Ghassan (MDB) à frente de Dr. Daniel (Podemos) no primeiro turno das Eleições 2026, com 37% e 35% respectivamente, enquanto no segundo turno a vantagem se consolida em 40% a 36%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Contextualização da Pesquisa e Cenário Eleitoral
A pesquisa Real Time Big Data, com nível de confiança de 95% e amostragem representativa de 1.600 eleitores paraenses, demonstrou que a disputa pelo Governo do Pará permanece tecnicamente equilibrada no primeiro turno, com Hana Ghassan registrando 37% das intenções de voto contra 35% de Dr. Daniel, diferença que permanece dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, indicando volatilidade na preferência popular. O levantamento, que incluiu questionamento espontâneo — sem apresentação prévia dos nomes dos candidatos — revelou empate técnico com 15% para cada um dos principais concorrentes, enquanto Helder Barbalho (MDB) apareceu em 3% e Araceli (PSol), em 1%, evidenciando a dispersão de votos em cenários sem estímulo.
Além dos números eleitorais, o estudo revelou perfis de rejeição significativos: Dr. Daniel concentra a maior resistência, com 41% dos entrevistados afirmando que não votariam nele sob hipótese alguma, seguido por Araceli (35%) e Hana (33%), enquanto José Moita (20%), Well Macedo (19%) e Gal Leite (18%) também demonstram níveis consideráveis de insatisfação, sinalizando fragilidade na construção de consenso para qualquer um dos candidatos.
No segundo turno, Hana lidera por quatro pontos percentuais — 40% a 36% — sobre Dr. Daniel, segundo a pesquisa Real Time Big Data registrada sob o número PA-00206/2026.
Repercussão Política e Desafios Institucionais
A governadora Hana Ghassan vê na pesquisa uma validação parcial de seu modelo de gestão, já que 46% dos entrevistados classificam seu trabalho como ótimo ou bom e 69% aprovam sua gestão estadual, indicando uma base sólida de apoio institucional. No entanto, o alto índice de rejeição — especialmente entre os eleitores que ainda não decidiram — aponta para desafios na construção de uma imagem unificada para o segundo turno, onde a estratégia política deverá enfrentar resistências significativas em setores tradicionais do eleitorado paraense.
O s próximos passos incluem intensificação das campanhas regionais por parte dos candidatos, consolidação de alianças com partidos menores e monitoramento constante da evolução da intenção de voto em regiões específicas do Estado, já que o Pará apresenta diversidade sociopolítica que pode transformar pequenos desvios percentuais em reviravoltas decisivas no confronto final.
O empate técnico no primeiro turno reflete a maturidade democrática do Pará, mas a vitória no segundo turno exigirá estratégia clara e diálogo com os eleitores indecisos\(}



