Na manhã de 4 de outubro, durante o primeiro turno das eleições, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Floriano de Azevedo Marques, comunicou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que Deltan Dallagnol, do partido Novo, renunciou ao cargo de procurador da República com a finalidade de eludir a lei de inelegibilidade, decisão considerada estratégica para escapar da sanção imposta pelo órgão eleitoral.
Contexto Institucional e Antecedentes da Exoneração
Deltan Dallagnol renunciou ao Ministério Público 11 meses antes do pleito eleitoral com o objetivo explícito de escapar da lei de inelegibilidade.



