Na 81ª Assembleia Geral da O rganização das Nações Unidas, em Nova York, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou a soberania cubana como calúnia e falsidade, afirmando que seu governo busca uma mudança fundamental na ilha sob a maior pressão da história do regime comunista.
Contexto Histórico e Desdobramentos Diplomáticos
A declaração de Trump ocorreu durante discurso no plenário da O NU, onde reiterou que sua administração visa transformar a situação cubana, descrevendo o regime como 'absolutamente falido' e em 'colapso', enquanto a delegação cubana abandonou a sessão em protesto imediato.
As acusações geraram reação contundente do chanceler Bruno Rodríguez, que defendeu a soberania inabalável de Cuba, e do presidente Miguel Díaz-Canel, que acusou Washington de repetir alegações sem justificar as medidas coercitivas adotadas contra a população.
O governo dos Estados Unidos considera Cuba um Estado absolutamente falido sob a maior pressão da história do regime comunista.
Repercussão O ficial e Cenários Futuros
O chanceler cubano Bruno Rodríguez afirmou categoricamente que as declarações de Trump não alteram a condição soberana da ilha, reiterando que Washington nega o direito de Cuba à independência e autodeterminação.
Enquanto isso, o presidente Miguel Díaz-Canel utilizou redes sociais para condenar a retórica norte-americana, destacando que as acusações carecem de fundamento para justificar o embargo prolongado e as sanções econômicas recentes.
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