A Conmebol aplicou multas ao Corinthians totalizando US$ 23 mil, cerca de R$ 120 mil na cotação atual, em decorrência de incidentes ocorridos durante a partida de volta das quartas de final da Copa Libertadores da América contra o Estudiantes-ARG, que eliminou o clube alvinegro com placar de 1 a 0 em Itaquera.
Contexto Institucional e Procedimentos da Sanção
A apuração da Conmebol constatou infrações cometidas por Memphis Depay e Gustavo Henrique, zagueiro alvinegro, ao descumprirem a obrigatoriedade de passagem obrigatória pela zona mista do estádio após a derrota por 1 a 0, regra estabelecida para garantir o respeito mútuo entre delegações e prevenir confrontos pós-partido; o atacante holandês foi ainda responsabilizado por ter exibido gesto ofensiva em vídeo durante o deslocamento, fato que configurou violação ao artigo que disciplina as entrevistas pós-jogo.
O s valores das sanções foram definidos com base em critérios objetivos previstos no regulamento da entidade continental: US$ 5 mil pela irregularidade na passagem pela zona mista, US$ 8 mil pela ausência de entrevistas obrigatórias com jogadores após a eliminatória, US$ 5 mil por comportamentos inadequados de torcedores que comprometeram a segurança da delegação adversária e US$ 5 mil por autorizar a entrada de bandeira manual com dimensões superiores às autorizadas pelo regulamento.
Multa total ao Corinthians atinge US$ 23 mil (R$ 120 mil), valor integralmente descontado automaticamente das verbas da Conmebol.
Repercussão O ficiais e Desdobramentos Futuros
Marcelo Paz, executivo de futebol do Corinthians, afirmou que as condutas dos jogadores refletem tensão emocional natural após eliminação decisiva, mas reiterou que a instituição mantém firme orientação para que atletas cumpram todas as normas estabelecidas pela Conmebol.
Com as multas agora descontadas automaticamente das verbas da Conmebol — abrangendo direitos de televisão e patrocínio — o clube enfrenta impacto financeiro imediato, enquanto a decisão inquestionável da entidade continental reforça a necessidade de ajustes disciplinares para evitar novos transtornos em competições internacionais.



