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Polícia

MPF acusa ex-coordenador da FTIP de omissão diante de torturas em penitenciárias paraenses

PorO AntagônicoVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 13:10
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MPF acusa ex-coordenador da FTIP de omissão diante de torturas em penitenciárias paraenses
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Ministério Público Federal denunciou o agente federal Maycon Cesar Rottava, ex-coordenador da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) no Pará, por omissão diante de atos de tortura e maus-tratos praticados entre agosto e outubro de 2019 contra presos sob sua responsabilidade
  • O crime imputado está previsto no artigo 1º, parágrafo 2º, da Lei 9.455/1997, com pena prevista de detenção de um a quatro anos para quem se omite diante de atos de tortura
  • A Justiça Federal no Pará acatou o afastamento cautelar de Rottava em 2 de outubro, mas o TRF-1 reverteu a decisão em 16 do mesmo mês, recolocando-o no cargo por consideração de 'dúvidas razoáveis' sobre as acusações
Resumo Editorial

O MPF formaliza denúncia contra ex-coordenador da FTIP por omissão na apuração de torturas em presídios paraenses, com possível pena de até quatro anos.

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou, nesta segunda-feira (5), o agente federal Maycon Cesar Rottava, ex-coordenador da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) no Pará, por omissão diante de atos de tortura e maus-tratos praticados contra presos entre agosto e outubro de 2019, conforme apuração que revelou responsabilidade em não impedir ou apurar as violações praticadas por agentes sob sua chefia.

Contexto Institucional e Histórico da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária

Ponto de Destaque

Entre agosto e outubro de 2019, o ex-coordenador da FTIP teve conhecimento sistemático de torturas praticadas contra presos em unidades penitenciárias sob sua responsabilidade.

Repercussão Jurídica e Institucional da Denúncia

Atenção / Ponto Crítico
Caso Rottava seja condenado, responderá por crime contra os direitos humanos com pena máxima de quatro anos de detenção.

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