No sábado (22/8), às 6h35, a vida de Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, ex-servidora municipal e sogra de Alessandra do Nascimento Gonçalves, de 29 anos, foi interrompida por um crime brutal em Confresa (MT), quando a jovem, armada com fio de extensão elétrica e objeto contundente, agrediu a vítima no pescoço e corpo, conforme laudo da Polícia Civil, após alegar desespero com possível término do relacionamento conjugal.
Contexto Social e Dinâmica do Crime
A apuração conduzida pela Polícia Civil de Mato Grosso revelou que Alessandra do Nascimento Gonçalves agiu sob forte conotação emocional, alegando que acreditava que o companheiro não abandonaria a família se algo acontecesse com a sogra; o crime ocorreu por volta das 6h35 dentro da residência localizada em área residencial de Confresa, onde vizinhos acionaram a PM após ouvirem gritos de socorro, e os agentes, ao encontrar o portão trancado, precisaram arrombar o acesso para constatar a cena.
A vítima, Maria Aparecida da Silva, ex-servidora da Secretaria Municipal de Assistência Social, foi encontrada caída no chão com grande quantidade de sangue ao redor do corpo, apresentando fio de extensão elétrica no pescoço e ferimentos provocados por objeto contundente, como confirmado pelo laudo pericial oficial.
Alessandra matou a sogra com fio elétrico no pescoço e golpes de objeto contundente durante crime ocorrido no sábado (22/8) em Confresa (MT).
Repercussão Institucional e Consequências Jurídicas
A Prefeitura de Confresa decretou luto oficial de três dias em homenagem à vítima, destacando sua longa trajetória no serviço público municipal e reconhecendo seus contributos à assistência social à comunidade.
Alessandra permanece sob custódia da Polícia Civil em medida cautelar, com processo formalmente instaurado para apuração dos elementos do crime qualificado como homicídio qualificado por motivo torpe.



