Entre 20 e 30 de agosto de 2026, a 71ª Festa do Peão de Barretos consolidou-se como o principal polo econômico do calendário cultural brasileiro, movimentando R$742 milhões em faturamento direto e atraindo cerca de 1 milhão de visitantes, dos quais 84% eram turistas ou excursionistas, segundo levantamento do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET) vinculado à Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP).
Contexto Institucional e Dinâmica Econômica da 71ª Festa do Peão
A apuração realizada pelo CIET, vinculado à Setur-SP, revelou que a movimentação financeira direta gerada pela edição de 2026 reflete uma estrutura produtiva altamente integrada, composta por serviços de hospedagem, alimentação, transporte, comércio, segurança e produção técnica. Com 5 mil empregos diretos e 10 mil indiretos criados para atender à demanda logística e operacional do evento, a Festa demonstrou seu papel estratégico no geração de valor para a cadeia produtiva regional. Além da robusta presença local, o fluxo de visitantes se estendeu para municípios vizinhos como O límpia e São José do Rio Preto, ampliando o impacto socioeconômico para uma região metropolitana que ultrapassa os limites administrativos de Barretos.
O s dados indicam que o público permaneceu em média cinco dias no local, com gasto médio de R$816 por pessoa diária, enquanto 27,6% dos frequentadores utilizaram hotéis e pousadas, 23,5% acamparam e 17,4% permaneceram em imóveis alugados por temporada. Esse padrão de consumo reforça a importância do evento como motor de desenvolvimento turístico sustentável para o interior de São Paulo.



