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Polícia

PF investiga desvio de R$ 16 milhões da previdência de servidores em Palhoça

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 11:01
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PF investiga desvio de R$ 16 milhões da previdência de servidores em Palhoça
Fatos Rápidos da Notícia
  • PF deflagrou a Operação Casa de Palha para apurar desvios na previdência dos servidores de Palhoça
  • Prejuízos estimados em R$ 16 milhões
  • Crimes investigados incluem gestão fraudulenta, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Resumo Editorial

A Polícia Federal deflagrou operação para apurar fraudes no Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos de Palhoça, com suspeita de desvio de R$ 16 milhões investidos irregularmente em fundos e convertidos em imóveis e veículos.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (29), a Operação Casa de Palha para apurar desvios de recursos do Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos de Palhoça, no litoral de Santa Catarina. Os prejuízos causados pelo esquema são estimados em R$ 16 milhões.

As investigações apontam crimes de gestão fraudulenta, corrupção passiva e lavagem de dinheiro ocorridos em 2013. Segundo a PF, os recursos eram aplicados irregularmente em fundos de investimento e revertidos para outros fins, como a compra de imóveis.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em quatro endereços ligados aos investigados, sendo três no município de São José e um em Palhoça. A PF também representou pelo bloqueio de valores, a indisponibilidade de imóveis e o sequestro de veículos e embarcações dos investigados e de empresas ligadas a eles.

As fraudes começaram a ser investigadas após auditorias da SPREV (Secretaria de Previdência), que identificaram irregularidades nas aplicações dos recursos do fundo de previdência dos servidores, com investimentos feitos sem as formalidades exigidas. Foram identificados indícios de que esses valores foram convertidos em imóveis e veículos registrados em nome de terceiros, e parte desses recursos desviados pode ter retornado a agentes públicos envolvidos no esquema.

A PF deve aprofundar as investigações a partir da análise do material apreendido, para identificar novas evidências e pessoas envolvidas na atividade criminosa.

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