A pesquisa Datafolha, contratada pela TV e pelo jornal, divulgada na quinta‑feira (1º/10) aponta Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) como os principais candidatos nas intenções de voto espontâneas para as duas vagas do Senado Federal em Pernambuco, ambos com 19% dos eleitores que responderam sem a lista de nomes; a margem de erro é de três pontos percentuais e o nível de confiança alcança 95%, com 1.204 entrevistados entre 28 de setembro e 1º de outubro.
Contexto Institucional e Metodologia da Pesquisa Eleitoral
A investigação baseou‑se em entrevista presencial a 1.204 eleitores distribuídos em 28 municípios pernambucanos, com amostra estratificada por sexo, idade e região, conforme os critérios do TSE; o levantamento registra número PE‑06822/2026 no Tribunal Superior Eleitoral e inclui a modalidade espontânea, em que 52% dos entrevistados não souberam ou se recusaram a indicar um candidato, evidenciando a amplitude da indecisão inicial.
Nos arredores do pleito, os dois principais representantes partidários – a ex‑governadora Marília Arraes, filiada ao PDT, e o senador Humberto Costa, do PT – mantêm tradição de disputa acirrada pelo Senado em Pernambuco, enquanto Mendonça Filho (PL) e Eduardo da Fonte (PP) registram 12% e 10% respectivamente nas intenções espontâneas, configurando um cenário de competitividade entre coligações tradicionais e novas forças políticas.
Marília Arraes e Humberto Costa empatam na liderança das intenções de voto espontâneas para o Senado, cada um com 19%.
Repercussão Política e Próximas Etapas
As declarações oficiais reforçam a seriedade do confronto: Marília Arraes afirmou que seu programa prioriza desenvolvimento regional e geração de emprego, enquanto Humberto Costa destacou a necessidade de continuidade nas políticas de saúde e educação já iniciadas por seu mandato; os partidos PL e PP ainda avaliam estratégias para ampliar sua presença no cenário pernambucano.
O calendário eleitoral indica que as convenções partidárias ocorrerão entre outubro e novembro, período decisivo para definição de coligações e definição de programas específicos; os próximos passos incluem a formalização das chapas, o debate público e a campanha intensa nas redes e mídia tradicional até o dia da votação em outubro de 2026.


