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Queimaduras de 50% em vítima de explosão de lancha no Lago Paranoá permanecem internada

PorThalita VasconcelosVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 01:48
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Queimaduras de 50% em vítima de explosão de lancha no Lago Paranoá permanecem internada
Fatos Rápidos da Notícia
  • A médica goiana Maize Oliveira, de 34 anos, foi uma das vítimas do acidente com lancha que pegou fogo no Lago Paranoá, em Brasília, no último domingo (20/9), com cerca de 50% do corpo queimado e internada em Goiânia (GO) na UTI do Hospital de Queimaduras
  • A Marinha do Brasil informou que a embarcação transportava 15 pessoas e era conduzida por um profissional contratado, enquanto a SES-DF relatou que 13 passageiros foram atendidos no Hospital Regional da Asa Norte (Hran)
  • O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado às 16h37 para atender à ocorrência, e o incêndio foi extinto por volta das 18h após combate às chamas
Resumo Editorial

A vítima com 50% de queimaduras permanece internada após explosão de lancha no Lago Paranoá que feriu 13 pessoas e acionou inquérito da Marinha com prazo de 30 dias.

Uma lancha que navegava no Lago Paranoá, em Brasília, pegou fogo na tarde de domingo (20/9), deixando uma vítima com queimaduras graves e 13 outras pessoas atendidas no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), enquanto a Marinha do Brasil instaurou inquérito administrativo para apurar as causas do incidente.

Contexto e Dinâmica do Incidente

A médica goiana Maize O liveira, de 34 anos, dermatologista e uma das vítimas do acidente, encontra-se internada em Goiânia (GO) na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital de Queimaduras, com cerca de 50% do corpo atingido por queimaduras, quadro considerado estável por profissionais médicos, embora ainda dependa de dois procedimentos cirúrgicos nos próximos dias para reconstrução da pele.

A lancha, transportando 15 pessoas incluindo turistas de Goiânia que não se conheciam previamente, sofreu explosão após múltiplas tentativas de partida com motor defeituoso e uso de combustível derivado de galão, conforme registrado no boletim de ocorrência da Polícia Civil do Distrito Federal; o Corpo de Bombeiros Militar foi acionado às 16h37 e, com apoio da Capitania Fluvial e Samu-DF, combateu o incêndio que se estendeu até as 18h, enquanto a SES-DF informou que 13 passageiros foram atendidos no Hran e uma das vítimas adicionais recebeu alta hospitalar na terça-feira (22/9).

Ponto de Destaque

Maize O liveira, dermatologista goiana, permanece internada com 50% do corpo queimado na UTI do Hospital de Queimaduras

Repercussão Institucional e Desdobramentos Futuros

A Marinha do Brasil confirmou a abertura de inquérito administrativo para apurar responsabilidades técnicas e operacionais no caso, destacando que a embarcação era pilotada por profissional contratado, enquanto a SES-DF reforça o acompanhamento das vítimas e coordena apoio psicossocial aos familiares afetados pelo trauma.

As autoridades indicam que o caso deve gerar revisão nas normas de segurança para embarcações de pequeno porte no Lago Paranoá, com possíveis alterações nos protocolos de inspeção e abastecimento de combustível, além de intensificar fiscalizações durante períodos de lazer e concentração turística no local.

Atenção / Ponto Crítico
A Marinha deve concluir o inquérito administrativo em até 30 dias, sob pena de responsabilização técnica e possível suspensão da atividade econômica da empresa responsável pela lancha.

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