A Asfav enviou um ofício à Secretaria Executiva da Conare da Argentina solicitando prioridade na análise dos pedidos de proteção internacional de aproximadamente 300 brasileiros que residem no país. A entidade afirma que parte dessas pessoas enfrenta situações urgentes, como processos de extradição, restrições à liberdade, uso de tornozeleira eletrônica, prisão domiciliar, problemas de saúde e separação familiar.
A associação citou o falecimento de José Éder Lisboa, ocorrido em Puerto Iguazú em decorrência da síndrome de Guillain-Barré, para defender maior rapidez nas decisões, embora não apresente elementos que relacionem a morte à espera pela concessão do refúgio. O documento também menciona Joel Borges Corrêa, brasileiro reconhecido como refugiado na Argentina e condenado no Brasil a 13 anos e seis meses por crimes relacionados aos atos de 8 de janeiro; a Conare esclareceu que a análise individual do caso não estende automaticamente o reconhecimento aos demais brasileiros.



