Na manhã da quarta-feira (21), a Polícia Federal deflagrou uma operação coordenada para investigar um esquema de fraude no concurso público realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em março de 2026, visando o provimento de cargos de Técnico Administrativo em Educação; a apuração identificou padrão suspeito nas respostas de candidatos e resultou na execução de 13 mandados de busca e apreensão nos bairros de Realengo, Bangu e Taquara, no Rio de Janeiro.
Investigação Criminal e Evidências Apuradas
O s agentes da Polícia Federal realizaram diligências para coletar documentos, dispositivos eletrônicos e depoimentos que comprovassem a existência de padrões anômalos nas respostas das provas do concurso da UFRJ, realizado em março de 2026, com suspeitas de cooptação de gabaritos ou vazamento prévio de questões; os mandados executados nos bairros residenciais do Rio de Janeiro obedeciam a critérios rigorosos de precisão investigativa, visando preservar a cadeia de custódia das evidências e garantir a ampla defesa dos investigados.
Antecedentes recentes indicam que o concurso oferecia centenas de vagas para cargos administrativos na rede estadual de ensino, com salários que ultrapassam os quatro salários mínimos, incentivando práticas ilícitas como a obtenção indevida de vantagens em concursos públicos; a UFRJ, por meio da sua Secretaria de Administração e Recursos Humanos, colaborou com as investigações ao identificar inconsistências nos resultados preliminares.
O concurso da UFRJ ofertou mais de 500 vagas para cargos administrativos, com salários que superam quatro salários mínimos mensais.
Repercussão O ficiais e Desdobramentos Imediatos
A Polícia Federal informou que as investigações seguem sob sigilo processual, mas já identificaram indícios robustos de prática sistemática de fraude, com envolvimento presbiculares e intermediários que teriam acesso aos itens da prova; o Ministério da Educação e a Controladoria-Geral da União foram acionados para avaliar eventuais impactos na gestão pública do setor educacional.
As autoridades competentes devem encaminhar os casos ao Ministério Público Federal para análise criminal e eventual responsabilização administrativa dos servidores públicos envolvidos ou dos candidatos que usufruíram do esquema irregular.



