Gadi Einsenkot, candidato às eleições de Israel e principal adversário do atual primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, visitou o túmulo do filho, Gal Meir, que foi morto em Gaza em dezembro de 2023. Eisenkot e sua esposa, Hannah, fizeram uma parada no cemitério em Herzliya a caminho do local de votação.
“Sobre o túmulo de Gal, jurei que o preço que ele pagou, ele e seus amigos, aqueles que ele conhecia e aqueles que não conhecia, não seria em vão”, escreveu Eisenkot sobre seu filho no jornal Yedioth Aharonoth em abril de 2026, reiterando essa promessa central à sua missão política. Dois outros sobrinhos foram mortos durante a guerra.
Na segunda-feira (26), véspera da votação, Netanyahu visitou o Muro das Lamentações em Jerusalém, assim como outros líderes de partidos de direita, colocando tradicionalmente um bilhete com uma oração entre as pedras.
"Às vidas dos soldados das Forças de Defesa de Israel, nossos heróis, à vitória sobre nossos inimigos, ao sucesso do nosso povo, a eternidade de Israel não falhará", disse ele.
Nas primeiras horas de votação, a taxa de comparecimento às urnas atingiu o nível mais alto dos últimos 45 anos, segundo a Comissão Central de Eleições do país.
Até as 10h (horário local), o comparecimento era de 16,68%, informou a comissão — um índice superior ao registrado no mesmo horário há quatro anos, que foi de 15,9%.
Trata-se da maior taxa de comparecimento desde 1981, afirmou a comissão em uma coletiva de imprensa realizada pela manhã.



