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Economia

Mercado precifica 60,9% de chance de BC interromper queda de juros

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 17:30
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Mercado precifica 60,9% de chance de BC interromper queda de juros
Fatos Rápidos da Notícia
  • Os investidores passaram a apostar majoritariamente que o BC (Banco Central) deve interromper o ciclo de corte da taxa básica de juros, a Selic, em sua próxima reunião. O Copom (Comitê de Política Monetária) se reúne pela penúltima vez no ano entre terça-feira (3) e quarta-feira (4) da semana que vem.
  • Até sexta-feira (23), os contratos de opção de Copom negociados na B3 apuravam aposta majoritária (76%) em um novo corte de 0,25 ponto percentual pelo colegiado de diretores do BC. Eram 17,5% os que contavam com a possibilidade de manutenção.
Resumo Editorial

Os investidores passaram a apostar majoritariamente que o BC (Banco Central) deve interromper o ciclo de corte da taxa básica de juros, a Selic, em sua próxima reunião. O Copom (Comitê de Política Monetária) se reúne pela penúltima vez no ano entre terça-feira (3) e quarta-feira (4) da semana que vem.

Os investidores passaram a apostar majoritariamente que o BC (Banco Central) deve interromper o ciclo de corte da taxa básica de juros, a Selic, em sua próxima reunião. O Copom (Comitê de Política Monetária) se reúne pela penúltima vez no ano entre terça-feira (3) e quarta-feira (4) da semana que vem.

Até sexta-feira (23), os contratos de opção de Copom negociados na B3 apuravam aposta majoritária (76%) em um novo corte de 0,25 ponto percentual pelo colegiado de diretores do BC. Eram 17,5% os que contavam com a possibilidade de manutenção.

As expectativas viraram na segunda-feira (26), após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para um quarto mandato. Na segunda, 63,1% das posições montadas acreditavam que os cortes da Selic seriam interrompidos já na reunião de novembro. Na terça-feira (27), as apostas estavam em 60,9%.

A B3 disponibiliza os dados referentes ao fechamento do pregão sempre no dia útil seguinte.

O resultado inesperado das eleições presidenciais e a forte deterioração dos ativos financeiros na segunda-feira levou gestores e economistas ouvidos pelo CNN Money a discutirem a possibilidade de a autoridade monetária não somente interromper os cortes, como endurecer a taxa de juros em resposta ao cenário fiscal pior e à disparada do dólar em relação ao real.

A expectativa gerada em torno de Flávio Bolsonaro (PL) era movida pela esperança dos investidores em uma política fiscal mais rígida. Com Lula, espera-se continuidade de uma economia pautada no impulso com gastos públicos.

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