Em meio a um embate jurídico e político de alto voltagem, o ministro Alexandre de Moraes, relator do STF, acusou a Polícia Federal de ter produzido o relatório sobre suas supostas conversas com Daniel Vorcaro com participação de agentes externos, provavelmente estrangeiros, com o objetivo de interferir nas eleições brasileiras de 2026, alegando que os metadados comprovam que o documento foi aberto e finalizado no mesmo dia no computador da corporação, indicando que não foi integralmente elaborado por seus agentes internos.
Contexto da Denúncia e Evidências Técnicas
O ministro Alexandre de Moraes apresentou, na defesa de 44 páginas protocolada à Corte em 15 de dezembro de 2025, argumentos técnicos contundentes para contestar a validade do relatório da Polícia Federal que apura supostas comunicações ilícitas com o ex‑detetive Daniel Vorcaro, apontando que o prazo de 72 horas para sua confecção seria incompatível com a extensão do trabalho e que os metadados revelam que o documento foi criado, salvo e salvo no computador da PF no mesmo dia, indicando produção externa. Segundo o magistrado, tal forma viola a cadeia de custódia, permitindo a inserção de dados manipulados ou falsos por terceiros e comprometendo a autenticidade das provas.
Antecedentemente ao julgamento que poderá abrir investigação contra ele, Moraes relacionou a suspeita à pressão internacional sobre integrantes do STF e ao afastamento temporário do diretor‑geral da PF, Andrei Rodrigues, decisão que contou com apoio de autoridades estrangeiras comemoradas por atores internos.
O relatório é imprestável porque houve total quebra da cadeia de custódia, inclusive com auxílio de órgão externo, provavelmente estrangeiro, demonstrando clara tentativa de interferência externa nas eleições brasileiras de 2026
Repercussão Institucional e Consequências Jurídicas
A defesa de Moraes classificou a apuração como uma 'farsa' articulada pelo ministro relator André Mendonça para incriminá‑lo, enquanto o Ministério Público Federal e a própria Polícia Federal ainda não se manifestaram oficialmente sobre as acusações de produção externa do documento. O afastamento e posterior retorno do diretor da PF foram utilizados politicamente por setores estrangeiros que celebraram a medida como sinal de controle sobre investigações sensíveis.
Nos próximos dias, o STF deverá decidir se abre ou não procedimento formal contra Moraes; caso seja admitida a denúncia, o magistrado será submetido a investigação disciplinar rigorosa sob supervisão da Corregedoria Nacional de Justiça.
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