A pesquisa Paraná Pesquisas, registrada sob o número PR-01022/2026 no Tribunal Superior Eleitoral, revelou neste sábado as intenções de voto para governador do Paraná, com o senador Sergio Moro (PL) liderando com 44,7%, enquanto Requião Filho (PDT) e Sandro Alex (PSD) registram 23% e 19,7%, respectivamente, em amostra de 1.280 eleitores ouvidos entre 15 e 17 de setembro, com margem de erro de 2,8 pontos percentuais e confiança de 95%.
Diagnóstico Eleitoral e Dinâmica de Voto no Cenário Paranaense
O levantamento aponta ainda que 50,6% dos entrevistados acreditam na vitória de Moro, enquanto apenas 17,6% projetam o triunfo de Requião Filho e 15,2% fazem o mesmo com Sandro Alex, evidenciando uma percepção pública fortemente favorável ao ex-juiz federal, apesar da proximidade técnica entre os três principais concorrentes; o crescimento de dois pontos percentuais observado em Sandro Alex desde a pesquisa inicial de início de mês evidencia uma dinâmica volátil no eleitorado paranaense.
O cenário político regional se apresenta marcado pela concentração de undecided voters e pela relevância do eleitorado urbano e rural, com o Paraná sendo estratégico para os partidos em disputa nacionalmente; a estabilidade técnica entre os três primeiros candidatos contrasta com a tendência de crescimento isolado de Alex, que já havia registrado 17,7% em pesquisa anterior.
O senador Sergio Moro lidera a disputa com 44,7% dos votos pretendidos segundo a Paraná Pesquisas.
Repercussão Política e Estratégias de Campanha
As reações oficiais ao levantamento ainda não foram formalmente divulgadas pelos principais candidatos, embora analistas políticos apontem que a liderança de Moro deve pressionar adversários a intensificar estratégias de mobilização do eleitorado menos convencional, especialmente no interior do estado.
O caminho para a vitória no segundo turno dependerá da capacidade dos candidatos em consolidar alianças com setores como ruralistas, pequenos empresários e trabalhadores informais, cujos perfis ainda não estão plenamente capturados nas intenções de voto atuais.



