A Fifa suspendeu, em 19 de março de 2026, a anulação da expulsão do atacante Folarin Balogun durante a partida entre Estados Unidos e Bósnia e Herzegovina pela Copa do Mundo de 2026, revertendo a decisão que o teria impedido de atuar contra a Bélgica, após a entidade reconhecer que a suspensão automática violava o artigo 27 do seu regulamento disciplinar.
Contexto Institucional e Histórico da Decisão
A apuração da suspensão de Balogun revelou que o jogador foi expulso aos 18 minutos do segundo tempo após contato com o tornozelo de Muharemovic, em lance analisado pelo VAR sob supervisão do árbitro brasileiro Raphael Claus, o que gerou debate sobre a rigidez das sanções automáticas previstas no regulamento da Fifa.
O episódio ocorreu em pleno contexto geopolítico tenso, com a proposta formal de revisão do artigo 27 apresentada após questionamentos sobre possíveis injunções políticas envolvendo Donald Trump e Gianni Infantino, culminando em uma reunião do Conselho da entidade em 15 de março para definir os rumos da norma.
A anulação da suspensão permitiu que Balogun disputasse a oitava final contra a Bélgica, embora os Estados Unidos tenham sido eliminados após derrota por 4 a 1.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos O ficiais
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, asseverou que a decisão foi proferida com total independência pelo Comitê Disciplinar, contrariando alegações de influência externa e reforçando o caráter técnico da apuração.
A proposta de modificação do regulamento visa eliminar brechas que viabilizem anulações de sanções automáticas, assegurando maior segurança jurídica e previsibilidade nas punições aplicadas em competições futuras.



