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Polícia

Pai denuncia policial penal do Rio por seduzir menina de 12 anos em praia

PorÁlvaro LuizVerificadoOrtografia IAPublicado Há 47 min
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Pai denuncia policial penal do Rio por seduzir menina de 12 anos em praia
Fatos Rápidos da Notícia
  • Policial penal do Rio de Janeiro é acusado pelo pai de uma menina de 12 anos de aliciar a criança por meio de mensagens nas redes sociais e convidar para práticas esportivas na praia sem a presença de outras pessoas
  • Caso foi denunciado na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) e a Justiça proibiu o policial de se aproximar da menor a menos de 300 metros e manter qualquer tipo de contato
  • A Seppen confirmou que a Corregedoria abriu investigação interna e notificou o MPRJ, enquanto o caso permanece sob responsabilidade da Polícia Civil (PCRJ), que repudia desvios de conduta
Resumo Editorial

O pai da vítima denuncia policial penal do Rio por sedução de menor de 12 anos, configurando abuso de autoridade e violação do ECA, com medida protetiva já em vigor.

Um policial penal do Rio de Janeiro, lotado na Polícia Penal, é alvo de investigação criminal após ser acusado pelo pai de uma menina de 12 anos de idade de ter aliciado a menor por meio de mensagens privadas nas redes sociais e convidado para praticar esportes isoladamente na praia, sem a presença de terceiros, fato que configura possível violação às normas protetivas do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Apuração e Denúncia Formal na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima

O caso foi formalmente registrado na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) pelo pai da vítima, advogado criminalista, que apresentou relato detalhado e vídeo documentando as mensagens enviadas pelo policial penal à adolescente, as quais incluíam convites para a prática de futevôlei e altinha na orla fluminense, sem a supervisão de outras pessoas.

Conforme apuração inicial, o policial teria se inscrito recentemente em programa esportivo local para interagir com a menor, que já praticava atividades físicas havia dois anos, configurando um abuso de posição hierárquica e autoridade pública no contexto de proximidade privilegiada.

A Justiça proibiu o policial de se aproximar da menor a menos de 300 metros e manter qualquer tipo de contato, seja presencial, telefônico ou virtual.

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Impactos Jurídicos e Institucionais em curso.

Section2Paragraphs.

A Corregedoria da Seppen confirmou a abertura imediata de processo investigativo interno e notificou o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), enquanto a Polícia Civil (PCRJ), responsável pela unidade especializada, repudia categoricamente qualquer desvio condimental e reitera seu compromisso com a proteção integral da infância., O caso permanece sob análise cautelar da Justiça, com risco de configuração de crime hediondo ou não conforme elementos probatórios ainda em apuração, podendo ensejar medidas cautelares adicionais ou abertura formal de inquérito disciplinar., alerta, O descumprimento da medida protetiva pode acarretar prisão preventiva imediata e sanções penais cabíveis conforme o Código Penal e o ECA., citacao,[object O bject].

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