Milhares de apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomaram a orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, na tarde de 12 de outubro, em ato de apoio ao mandatário, enquanto um vídeo que circulou nas redes sociais revelou hóspedes do Copacabana Palace realizando o gesto "22" — referência à candidatura de Flávio Bolsonaro — em demonstração de desdém em direção à manifestação popular.
Contexto Institucional e Histórico da Manifestação
A apuração jornalística confirmou a presença de milhares de manifestantes na orla carioca, onde sindicalistas, estudantes e parlamentares em prol da democracia se reuniram sob a coordenação da campanha lulaista, em um cenário de intensificação da polarização política nacional.
O episódio do Copacabana Palace, documentado por gravações e testemunhas, evidencia um contraste simbólico entre a elite hoteleira, que reproduziu o gesto "22" com indulgência e descontração, e os populares que ocupavam a Avenida Atlântica em defesa da continuidade do governo federal.
O governo Lula perdoará dívidas de MEIs, com impacto estimado em R$ 12,6 bilhões.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
A Advocacia-Geral da União e o Tribunal Superior Eleitoral reforçaram que a prática do gesto "22" não configura crime eleitoral, desde que realizada sem propaganda direta em horários proibidos ou com uso indevido de recursos públicos.
O ministro Alexandre de Moraes destacou que a liberdade de expressão se aplica a todos os cidadãos, independentemente da classe social ou posição política.



