Rachel Furtado, 46 anos, morreu no sábado (12/9) após sofrer parada cardiorrespiratória durante treino no Parque da Cidade, com o socorro iniciado às 8h47 pelo Corpo de Bombeiros do Distrito Federal e a reanimação cardiopulmonar realizada por cerca de 49 minutos até a confirmação da óbito no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN).
Contexto Institucional e Procedimentos de Emergência
A investigação preliminar apura que Rachel Furtado, triatleta amadora e diretora do Instituto Feliciência, sofreu mal súbito ao finalizar um treino de corrida no Parque da Cidade, conforme relatado por testemunha que acompanhou o atleta após a conclusão do exercício físico. As primeiras manobras de reanimação foram iniciadas pelo médico Fernando Sabino e outra autoridade presente no local, com suporte imediato do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), que mobilizou duas motocicletas e um helicóptero às 8h47 para o atendimento emergencial.
Conforme os registros do HRAN, Rachel foi submetida a tentativas de ressuscitação durante 49 minutos, com duas interrupções da parada cardiorrespiratória, sendo a segunda confirmada como definitiva por volta das 9h30, após o desfalecimento persistente apesar das tentativas de desfibrilação e reanimação avançada.
A triatleta percorreu 25 minutos de reanimação cardiopulmonar e 49 minutos totais de tentativas de ressuscitação antes da morte confirmada no Hospital Regional da Asa Norte.
Repercussão Institucional e Desdobramentos do Caso
A direção do Instituto Feliciência, por meio de nota oficial nas redes sociais, manifestou profundo pesar pela perda de Rachel Furtado, destacando seu compromisso com o legado da fundadora Carla Furtado e sua dedicação incansável à educação corporativa. A instituição informou que as investigações seguem para apurar as causas do mal súbito, com envolvimento técnico de especialistas em emergências médicas.
Especialistas apontam que o caso reforça a necessidade de protocolos mais robustos em espaços de prática esportiva, além da disponibilidade imediata de equipamentos como desfibriladores externos automáticos (DEA) em parques e centros recreativos. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) afirmou que está acompanhando o processo e reforçará as medidas preventivas em locais públicos.



