O Ministério Público de São Paulo (MPSP), o 1° e o 10° Batalhão de Ações Especiais (Baep) e a Polícia Civil deflagraram a Operação Shylock para desarticular uma rede de agiotas que atuava em Campinas. O grupo emprestava valores a juros altíssimos sob a condição de entrega de imóveis aos criminosos, prejudicando pelo menos 62 pessoas, das quais 18 perderam suas propriedades.
As investigações apontam que os suspeitos utilizavam empresas de fachada para ocultar recursos obtidos por meio de atividades ilícitas, incluindo usura, extorsão, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Entre os detidos está um escrevente de cartório de notas da cidade.



