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Lula! Vença, agora, a eleição contra os problemas (Roberto Caminha Filho)

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 10:04
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Lula! Vença, agora, a eleição contra os problemas (Roberto Caminha Filho)
Fatos Rápidos da Notícia
  • As urnas falaram. Agora precisamos ouvir o Brasil. Ao presidente Lula. reeleito neste domingo, desejo todas as bênçãos do céu: saúde, equilíbrio, coragem e humildade. Sobretudo, sabedoria para compreender que a vitória pertence aos seus eleitores, mas a responsabilidade alcança todos os brasileiros. Inclusive aqueles que escolheram o outro candidato.A campanha terminou. A fila do hospital continua. O medo de sair à rua também. A prestação vence amanhã, indiferente ao discurso de ontem. É contra esses adversários que o vencedor precisa disputar sua eleição mais importante. Ganhar do concorrente abre o gabinete. Ganhar dos problemas melhora a vida.Na saúde, queremos atendimento que chegue antes do agravamento da doença. Consulta, exame, diagnóstico e tratamento precisam conversar entre si. Fortalecer o SUS exige gestão, profissionais valorizados, prevenção e fiscalização. Dinheiro desviado da saúde rouba tempo de quem espera. E tempo, nessa fila, pode significar a própria vida.Na segurança, precisamos devolver as ruas às famílias e retirar das facções o comando dos territórios. Combater o narcotráfico exige inteligência, investigação financeira, fronteiras vigiadas e cooperação internacional. Na Amazônia, isso inclui rios, pistas clandestinas e comunidades abandonadas. O Estado precisa chegar com escola, trabalho e autoridade permanente.Com nossos vizinhos, estabeleçamos uma convivência adulta. Respeito à soberania, defesa da democracia e colaboração contra o crime. Fronteira não pode funcionar como porta giratória de traficante. Divergências políticas devem ser tratadas pela diplomacia, sem transformar criminosos em convidados protegidos pelas conveniências de governos amigos.Proponhamos aos americanos parcerias em tecnologia, investimentos, energia e segurança. Ampliemos os canais comerciais com europeus e asiáticos, preservando a relação com os chineses. O Brasil precisa multiplicar compradores. Quem vende para muitos negocia melhor. Política externa deve abrir mercados, trazer investimentos e defender os interesses brasileiros.O mundo acorda para tomar café mineiro e capixaba e beber o suco de laranja de São Paulo. Nossa produção participa da mesa de muita gente. Precisamos transformar essa presença em maior renda aqui dentro. estradas, portos, armazenagem, pesquisa e acordos sanitários ajudam mais o produtor que uma coleção de discursos.Também precisamos produzir com responsabilidade ambiental. Quem derruba ilegalmente prejudica quem trabalha direito e oferece argumentos aos concorrentes. Defender o agro inclui separar o produtor sério do infrator. Competitividade nasce de produtividade, segurança jurídica e acesso aos mercados. A diplomacia deve ajudar a vender aquilo que fazemos bem.Na economia, defendo recuperar a orientação liberal e valorizar a autonomia consolidada do Banco Central. Isso significa cobrar responsabilidade nas contas, incentivar investimentos e respeitar critérios técnicos. Experiências anteriores devem oferecer lições, com seus acertos e limites.Entretanto, precisamos pacificar a convivência do bolso brasileiro com os juros. Crédito não pode parecer castigo por desejar uma geladeira ou ampliar uma oficina. Reduzir juros de maneira duradoura exige controlar a inflação, organizar as contas públicas, estimular concorrência bancária e diminuir a insegurança. Canetada nenhuma substitui confiança.Nossos jovens precisam encontrar portas de entrada no trabalho. Ensino técnico, aprendizagem, tecnologia e facilidades para empreender devem ocupar o centro das prioridades. Benefícios sociais são necessários para proteger quem precisa. Mas devem caminhar com oportunidades de autonomia. A melhor política social permite que uma família avance sem perder proteção.Ao presidente Lula, desejo serenidade. Sua experiência política pode ajudar o país a baixar a temperatura. A meu ver, a reação no debate da Globo ultrapassou a medida desejável, embora tenha ocorrido após uma provocação pessoal. A reconciliação pede responsabilidade de todos, inclusive de quem provoca e depois pede desculpas.Aos avós, cabe ensinar aos netos que discordar faz parte da democracia. Aos mais jovens, lembraremos, sempre que a liberdade exige responsabilidade. Ao presidente reeleito, governar sem revanche, respeitar limites e prestar contas. Que Deus ilumine seu caminho, mas que sua equipe conheça o serviço. O Brasil precisa trocar o campeonato de ressentimentos por uma temporada de realizações. Senhor Presidente, a faixa continuará sendo sua; o futuro continuará sendo nosso. Faça desse encontro uma oportunidade de paz, trabalho e esperança para todos nós.Roberto Caminha Filho, economista, já tem o seu presidente vindo das urnas.
Resumo Editorial

As urnas falaram. Agora precisamos ouvir o Brasil. Ao presidente Lula. reeleito neste domingo, desejo todas as bênçãos do céu: saúde, equilíbrio, coragem e humildade. Sobretudo, sabedoria para compreender que a vitória pertence aos seus eleitores, mas a responsabilidade alcança todos os brasileiros. Inclusive aqueles que escolheram o outro candidato.A campanha terminou. A fila do hospital continua. O medo de sair à rua também. A prestação vence amanhã, indiferente ao discurso de ontem. É contra esses adversários que o vencedor precisa disputar sua eleição mais importante. Ganhar do concorrente abre o gabinete. Ganhar dos problemas melhora a vida.Na saúde, queremos atendimento que chegue antes do agravamento da doença. Consulta, exame, diagnóstico e tratamento precisam conversar entre si. Fortalecer o SUS exige gestão, profissionais valorizados, prevenção e fiscalização. Dinheiro desviado da saúde rouba tempo de quem espera. E tempo, nessa fila, pode significar a própria vida.Na segurança, precisamos devolver as ruas às famílias e retirar das facções o comando dos territórios. Combater o narcotráfico exige inteligência, investigação financeira, fronteiras vigiadas e cooperação internacional. Na Amazônia, isso inclui rios, pistas clandestinas e comunidades abandonadas. O Estado precisa chegar com escola, trabalho e autoridade permanente.Com nossos vizinhos, estabeleçamos uma convivência adulta. Respeito à soberania, defesa da democracia e colaboração contra o crime. Fronteira não pode funcionar como porta giratória de traficante. Divergências políticas devem ser tratadas pela diplomacia, sem transformar criminosos em convidados protegidos pelas conveniências de governos amigos.Proponhamos aos americanos parcerias em tecnologia, investimentos, energia e segurança. Ampliemos os canais comerciais com europeus e asiáticos, preservando a relação com os chineses. O Brasil precisa multiplicar compradores. Quem vende para muitos negocia melhor. Política externa deve abrir mercados, trazer investimentos e defender os interesses brasileiros.O mundo acorda para tomar café mineiro e capixaba e beber o suco de laranja de São Paulo. Nossa produção participa da mesa de muita gente. Precisamos transformar essa presença em maior renda aqui dentro. estradas, portos, armazenagem, pesquisa e acordos sanitários ajudam mais o produtor que uma coleção de discursos.Também precisamos produzir com responsabilidade ambiental. Quem derruba ilegalmente prejudica quem trabalha direito e oferece argumentos aos concorrentes. Defender o agro inclui separar o produtor sério do infrator. Competitividade nasce de produtividade, segurança jurídica e acesso aos mercados. A diplomacia deve ajudar a vender aquilo que fazemos bem.Na economia, defendo recuperar a orientação liberal e valorizar a autonomia consolidada do Banco Central. Isso significa cobrar responsabilidade nas contas, incentivar investimentos e respeitar critérios técnicos. Experiências anteriores devem oferecer lições, com seus acertos e limites.Entretanto, precisamos pacificar a convivência do bolso brasileiro com os juros. Crédito não pode parecer castigo por desejar uma geladeira ou ampliar uma oficina. Reduzir juros de maneira duradoura exige controlar a inflação, organizar as contas públicas, estimular concorrência bancária e diminuir a insegurança. Canetada nenhuma substitui confiança.Nossos jovens precisam encontrar portas de entrada no trabalho. Ensino técnico, aprendizagem, tecnologia e facilidades para empreender devem ocupar o centro das prioridades. Benefícios sociais são necessários para proteger quem precisa. Mas devem caminhar com oportunidades de autonomia. A melhor política social permite que uma família avance sem perder proteção.Ao presidente Lula, desejo serenidade. Sua experiência política pode ajudar o país a baixar a temperatura. A meu ver, a reação no debate da Globo ultrapassou a medida desejável, embora tenha ocorrido após uma provocação pessoal. A reconciliação pede responsabilidade de todos, inclusive de quem provoca e depois pede desculpas.Aos avós, cabe ensinar aos netos que discordar faz parte da democracia. Aos mais jovens, lembraremos, sempre que a liberdade exige responsabilidade. Ao presidente reeleito, governar sem revanche, respeitar limites e prestar contas. Que Deus ilumine seu caminho, mas que sua equipe conheça o serviço. O Brasil precisa trocar o campeonato de ressentimentos por uma temporada de realizações. Senhor Presidente, a faixa continuará sendo sua; o futuro continuará sendo nosso. Faça desse encontro uma oportunidade de paz, trabalho e esperança para todos nós.Roberto Caminha Filho, economista, já tem o seu presidente vindo das urnas.

As urnas falaram. Agora precisamos ouvir o Brasil. Ao presidente Lula. reeleito neste domingo, desejo todas as bênçãos do céu: saúde, equilíbrio, coragem e humildade. Sobretudo, sabedoria para compreender que a vitória pertence aos seus eleitores, mas a responsabilidade alcança todos os brasileiros. Inclusive aqueles que escolheram o outro candidato.A campanha terminou. A fila do hospital continua. O medo de sair à rua também. A prestação vence amanhã, indiferente ao discurso de ontem. É contra esses adversários que o vencedor precisa disputar sua eleição mais importante. Ganhar do concorrente abre o gabinete. Ganhar dos problemas melhora a vida.Na saúde, queremos atendimento que chegue antes do agravamento da doença. Consulta, exame, diagnóstico e tratamento precisam conversar entre si. Fortalecer o SUS exige gestão, profissionais valorizados, prevenção e fiscalização. Dinheiro desviado da saúde rouba tempo de quem espera. E tempo, nessa fila, pode significar a própria vida.Na segurança, precisamos devolver as ruas às famílias e retirar das facções o comando dos territórios. Combater o narcotráfico exige inteligência, investigação financeira, fronteiras vigiadas e cooperação internacional. Na Amazônia, isso inclui rios, pistas clandestinas e comunidades abandonadas. O Estado precisa chegar com escola, trabalho e autoridade permanente.Com nossos vizinhos, estabeleçamos uma convivência adulta. Respeito à soberania, defesa da democracia e colaboração contra o crime. Fronteira não pode funcionar como porta giratória de traficante. Divergências políticas devem ser tratadas pela diplomacia, sem transformar criminosos em convidados protegidos pelas conveniências de governos amigos.Proponhamos aos americanos parcerias em tecnologia, investimentos, energia e segurança. Ampliemos os canais comerciais com europeus e asiáticos, preservando a relação com os chineses. O Brasil precisa multiplicar compradores. Quem vende para muitos negocia melhor. Política externa deve abrir mercados, trazer investimentos e defender os interesses brasileiros.O mundo acorda para tomar café mineiro e capixaba e beber o suco de laranja de São Paulo. Nossa produção participa da mesa de muita gente. Precisamos transformar essa presença em maior renda aqui dentro. estradas, portos, armazenagem, pesquisa e acordos sanitários ajudam mais o produtor que uma coleção de discursos.Também precisamos produzir com responsabilidade ambiental. Quem derruba ilegalmente prejudica quem trabalha direito e oferece argumentos aos concorrentes. Defender o agro inclui separar o produtor sério do infrator. Competitividade nasce de produtividade, segurança jurídica e acesso aos mercados. A diplomacia deve ajudar a vender aquilo que fazemos bem.Na economia, defendo recuperar a orientação liberal e valorizar a autonomia consolidada do Banco Central. Isso significa cobrar responsabilidade nas contas, incentivar investimentos e respeitar critérios técnicos. Experiências anteriores devem oferecer lições, com seus acertos e limites.Entretanto, precisamos pacificar a convivência do bolso brasileiro com os juros. Crédito não pode parecer castigo por desejar uma geladeira ou ampliar uma oficina. Reduzir juros de maneira duradoura exige controlar a inflação, organizar as contas públicas, estimular concorrência bancária e diminuir a insegurança. Canetada nenhuma substitui confiança.Nossos jovens precisam encontrar portas de entrada no trabalho. Ensino técnico, aprendizagem, tecnologia e facilidades para empreender devem ocupar o centro das prioridades. Benefícios sociais são necessários para proteger quem precisa. Mas devem caminhar com oportunidades de autonomia. A melhor política social permite que uma família avance sem perder proteção.Ao presidente Lula, desejo serenidade. Sua experiência política pode ajudar o país a baixar a temperatura. A meu ver, a reação no debate da Globo ultrapassou a medida desejável, embora tenha ocorrido após uma provocação pessoal. A reconciliação pede responsabilidade de todos, inclusive de quem provoca e depois pede desculpas.Aos avós, cabe ensinar aos netos que discordar faz parte da democracia. Aos mais jovens, lembraremos, sempre que a liberdade exige responsabilidade. Ao presidente reeleito, governar sem revanche, respeitar limites e prestar contas. Que Deus ilumine seu caminho, mas que sua equipe conheça o serviço. O Brasil precisa trocar o campeonato de ressentimentos por uma temporada de realizações. Senhor Presidente, a faixa continuará sendo sua; o futuro continuará sendo nosso. Faça desse encontro uma oportunidade de paz, trabalho e esperança para todos nós.Roberto Caminha Filho, economista, já tem o seu presidente vindo das urnas.

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