No sábado (10/10), uma mulher de 34 anos agrediu fisicamente um vigilante de 54 anos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Planaltina (DF), conforme registrado em vídeo que circulou nas redes e documentou a violência física contra o profissional responsável pela segurança da unidade.
Apuração e Contextualização do Fato
A apuração realizada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) confirmou que a agressão ocorreu após a paciente ficar insatisfeita com a ordem de atendimento, que, segundo o Iges-DF, segue critérios de classificação de risco clínico e não a ordem de chegada, priorizando casos mais graves.
O vídeo, gravado pela própria suspeita, evidenciou a conduta agressiva da mulher, que esbravejou, exigiu atendimento imediato, filmou profissionais e pacientes e, ao ser contida pelo vigilante, desferiu socos e arranhões no rosto do profissional, configurando os crimes de injúria, vias de fato e lesão corporal.
A agressão gerou lesão corporal no vigilante, que foi encaminhado à unidade de saúde para avaliação médica.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Jurídicos
Em nota oficial, o Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (Iges-DF) repudiou a violência contra os profissionais de apoio à saúde e reafirmou que os atendimentos nas UPAs obedecem a protocolos baseados na gravidade do quadro clínico.
A PCDF mantém a investigação em andamento e deve ouvir testemunhas e emitir laudo pericial para comprovar as lesões sofridas pelo vigilante.



