O vice-governador eleito do Distrito Federal, Gustavo Rocha (Republicanos), disse que a Presidência da República tem condições de agir para pacificar o país, junto dos senadores, deputados e governadores.
“Não é uma solução fácil nem rápida, mas precisamos começar. Precisamos pacificar o país através dos governadores, dos deputados, dos senadores e, principalmente, da Presidência da República”, declarou em entrevista ao Metrópoles, nesta quarta-feira (28/10).
Advogado, Gustavo Rocha já ficou à frente da área jurídica da Presidência da República e foi ministro dos Direitos Humanos durante o governo de Michel Temer (MDB). Ele se candidatou pela primeira vez nas Eleições de 2026 e foi eleito na chapa liderada pela governadora do DF, Celina Leão (PP).
Gustavo Rocha, vice-governador eleito do DF
Gustavo Rocha, vice-governador eleito do DF
Gustavo Rocha, vice-governador eleito do DF, em entrevista ao Metrópoles
Gustavo Rocha, vice-governador eleito do DF
Gustavo Rocha, vice-governador eleito do DF
Gustavo Rocha, vice-governador eleito do DF
Gustavo Rocha, vice-governador eleito do DF, em entrevista ao Metrópoles
Gustavo Rocha, vice-governador eleito do DF
Gustavo Rocha, vice-governador eleito do DF
Gustavo Rocha, vice-governador eleito do DF
Na avaliação do vice-governador eleito, quem tem que ficar à frente da pacificação é o presidente da República. “A maioria da população reelegeu o presidente. E agora ele não é mais o presidente daqueles que votaram nele. Ele é o presidente de todos os brasileiros. E ele falou isso da mesma forma que a Celina falou aqui no Distrito Federal: passada a eleição, ela vai governar para todos, inclusive para quem não votou nela”, enfatizou.



