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Saúde

Cinco estados do Brasil estão em nível de risco para síndrome respiratória, aponta Fiocruz

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 17:35
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Cinco estados do Brasil estão em nível de risco para síndrome respiratória, aponta Fiocruz
Fatos Rápidos da Notícia
  • Cinco estados estão em nível de risco para SRAG: Amapá, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Sergipe e Maranhão
  • Roraima e Santa Catarina apresentam alerta sem crescimento na tendência de longo prazo
  • Houve aumento nos casos graves por Covid-19, mas os níveis permanecem baixos frente à pandemia
Resumo Editorial

O boletim InfoGripe da Fiocruz identificou cinco estados com tendência de crescimento de Síndrome Respiratória Aguda Grave até a semana epidemiológica 42, enquanto outros dois apresentam alerta sem crescimento.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou nesta quinta-feira (28) um novo boletim InfoGripe apontando que cinco estados brasileiros estão em nível de alerta ou risco para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). São eles: Amapá, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Sergipe e Maranhão. Todos apresentaram sinal de crescimento na tendência de longo prazo até a Semana Epidemiológica 42, compreendida entre 18 e 24 de outubro, o que indica a permanência do risco nas próximas semanas.

Além desses territórios, Roraima e Santa Catarina também mostraram sinais de alerta, mas sem aumento na tendência de longo prazo. O documento registrou ainda um aumento nos casos graves por Covid-19 que resultaram em SRAG, embora os números permaneçam baixos em comparação com o período da pandemia. Houve queda nos casos de metapneumovírus e estabilização do rinovírus.

A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe, enfatizou a importância da imunização para grupos prioritários. “Mesmo com o baixo número de hospitalizações por Covid-19 é muito importante que as pessoas dos grupos prioritários verifiquem se estão em dia com a vacina contra o vírus. Lembrando que idosos e pessoas imunocomprometidas precisam tomar doses de reforço da vacina contra a Covid-19 a cada seis meses”, alertou.

Entre as causas específicas por estado, o aumento em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul está associado ao Sars-CoV-2, sendo que no segundo houve também crescimento de rinovírus. No Maranhão e no Amapá não há dados laboratoriais suficientes para identificar o vírus responsável pelo aumento dos casos. Quanto à mortalidade nas últimas quatro semanas epidemiológicas, o Sars-CoV-2 foi responsável por 19% dos óbitos analisados entre os vírus positivos.

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Tags:SRAG

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