Na histórica despedida de Lionel Messi da seleção argentina, realizada em 6 de outubro de 2026, o camisa 10 protagonizou o último capítulo de uma saga de 15 anos, ao abrir o placar com um pênalti aos 23 minutos do segundo tempo, consolidando a vitória por 3 a 0 sobre Benin em Buenos Aires. O feito, que completou sua trajetória como artilheiro histórico com 126 gols em 208 partidas, reafirmou seu status de ícone nacional e marcou o encerramento simbólico de uma era para a Albiceleste.
Contexto Histórico e Esportivo da Despedida
A partida, realizada no Estádio Monumental diante de mais de 60 mil espectadores, simbolizou o desfecho de uma trajetória internacional que começou em 2005 e se consolidou como referência em títulos conquistados, incluindo seis conquistas da Copa América, duas Finalíssimas e a Copa do Mundo de 2022. O técnico Lionel Scaloni manteve a formação tradicional com Messi como referência ofensiva, enquanto a presença de Nico Paz, autor do segundo gol, e O tamendi, responsável pelo primeiro tento, reforçou a continuidade tática da equipe.
Nos anos anteriores à despedida, Messi já havia ultrapassado recordes históricos, superando Pelé como maior artilheiro da história da seleção. A conquista do bicampeonato mundial em 2022 ampliou seu prestígio global, posicionando-o como figura central na transição entre o auge da carreira e os desafios do futebol norte-americano com o Inter Miami.



