Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reconheceu que não tem provas de fraude nas eleições presidenciais e afirmou que não poderá obtê-las porque o tema seria proibido de investigar no Brasil. Apesar disso, ele questionou a legitimidade da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sustentou que nem ele nem o presidente podem afirmar com certeza quem foi eleito.
O parlamentar também comentou a prorrogação do horário de votação na Bahia e a ausência de explicação matemática para o aumento dos votos de Lula no segundo turno, embora os dados mostrem crescimento na votação de ambos os candidatos. O resultado foi validado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e reconhecido internacionalmente, inclusive pelo próprio PL, em nota assinada por Valdemar Costa Neto.
Sobre 2030, Flávio declarou que tem direito a apresentar seu nome para a Presidência caso o partido concorde, mas condicionou um eventual apoio a Jair Bolsonaro à recuperação dos direitos políticos do ex-presidente. O senador está atualmente nos Estados Unidos e negou ter recebido ajuda governamental para a viagem, afirmando que pretende regularizar sua situação migratória e continuar exercendo o mandato virtualmente.



